PessoALL,
A Integração Escola de Negócios, da qual tenho o maior orgulho de fazer parte, está lançando, entre outros cursos muito bacanas, o meu mais recente de Formação de Consultores Internos de RH que visa ajudar na preparação dos profissionais de RH para atuarem como consultores Internos nas organizações. São 16 horas distribuídas em aulas gravadas (off line), exercícios, fórus, bibliotecas e aulas on line presenciais. Como é virtual, é bem mais prático para aqueles que vivem enlouquecidos com a falta de tempo. E, consequentemente é também mais barato do que um curso presencial. Rápido e barato com qualidade, é tudo de bom né?
Trataremos de temas como os atuais conflitos de paradigmas, o histórico de desenvolvimento do RH do DP a Consultoria Interna, o que é consultoria interna, tipos de consultorias, perfil do consultor, como lidar com as resistências dos clientes, o ciclo da consultoria- do diagnóstico a avaliação e a etapa de contratação dos serviços pelo cliente. Tem muita ferramenta. Espero que você goste, ajude a divulgar e sobretudo, dê sua opinião.
Grande abraço e se cuida na Folia.
Até
www.integracao.com.br
Olá, seja bem vindo ao nosso blog. Aqui pretendo que possamos conversar, trocar ideias, criticas e sugestões, pensar e refletir sobre gente, gente no trabalho, como liderar gente, como ser gente melhor. Sua opinião é vital. Adorarei ouvi-la. NÃO DEIXE DE VISITAR NOSSO SITE: WWW.LDELAROLI.COM.BR
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
DESEMPREGO X ESCASSEZ DE MÃO DE OBRA
Hoje, assisti nos noticiários, que uma importante organização de captação de estudantes para vagas de estágio em empresas, estava com inúmeras vagas em aberto e uma total escassez de candidatos (estudantes). A matéria dizia que os estudantes, neste período de férias, deixam de procurar estágios para descansarem; só retornando às buscas, após o reinício do período letivo.
Porém, após um ano de turbulência com mercado de trabalho estagnado, este início de ano apresenta-se otimista e muitas empresas estão oferecendo vagas, não só de estágio, como de trabalho. Tudo o que ficou retido em 2009 está sendo ofertado agora. Então, por que será que os estudantes tiram férias não só da escola como também da busca pelo tão sonhado estágio?
Vejo isso também no mercado de empregos. Há inúmeras empresas, de diferentes portes e segmentos, que têm vagas em aberto ha meses e que não encontram candidatos qualificados para ocupá-las.
Vivemos então um paradoxo: por um lado, temos uma massa de trabalhadores de baixa qualificação profissional em busca de colocação; somados a uma massa de jovens entrando no mercado de trabalho em busca do primeiro emprego, muitos deles vindos do ensino médio ou profissionalizante e outra massa de jovens recém formados em busca de sua primeira oportunidade, com boa qualificação, mas com nenhuma experiência.
Minha percepção foi corroborada pelo recente estudo realizado pelo Economist Intelligence Unit (EIU), ligado a revista The Economist, a pedido da FedEx Expresse e da Dell, que desejavam saber se os trabalhadores da América Latina possuem habilidades necessárias para atuar no mercado global e competitivo de hoje . Sabe qual é a resposta? Não. E esclareceu que “os alunos que estão se formando no ensino superior e ingressando no mercado de trabalho frequentemente não possuem habilidades interpessoais.
Há uma vertente que diz que as organizações estão muito “elitistas” e que até para tirar xerox ou servir cafezinho, pede-se nível superior. Vide concursos para lixeiro, tem gente até com Mestrado!
É claro que a ênfase dos programas educacionais é errada. As Escolas pouco ou nada preparam os estudantes para o atual mercado de trabalho. Também é óbvio que o nosso nível de crescimento econômico – apesar dos bons prognósticos – não gera a quantidade de postos de trabalho necessária para alocar todo este contingente de entrante e de desempregados. Nossa política de apoio ao trabalhador desempregado também é equivocada. Às vezes vale mais à pena viver dos subsídios “bolsa disso e daquilo” que o governo oferta, do que trabalhar. Em muitos casos ganha-se mais que o salário mínimo! Onde está a ação de qualificação ou de requalificação para ajudar ao trabalhador desempregado a se preparar para este mercado de trabalho tão competitivo? Ainda temos a questão da informalização e da precarização da mão de obra... a ladaínha segue!
O que quero destacar é que, além de todos estes importantes fatores, ainda temos o despreparo de grande parte dos trabalhadores em termos de Competências comportamentais! Isso é sério! As organizações estão tendo que assumir o preparo de seus profissionais em termos de comportamentos adequados. Educar, acabou ficando por conta das empresas! Atuei por um tempo com recolocação e seleção de pessoal e a incompetência de muitos candidatos com currículos maravilhosos é gritante! Competências como: resiliência, assertividade, empreendedorismo, assumpção de erros, tomada de decisão, cooperação, trabalho em equipe, entre outras tão requisitadas para competir neste mundo globalizado e “tecnologizado” são tão pouco ou mal desenvolvidas... Tudo bem, estou falando de competências “sofisticadas”. Vamos as mais básicas: educação (comer, vestir, falar, entrar, sair), higiene (limpeza, asseio, aparência) e segurança (própria, do outro e do patrimônio); respeito ao direito do outro, lidar com a diversidade....
Onde um profissional pode adquirir tais competências? O que o mercado, em geral, acaba fazendo é o uso exagerado do “darwinismo”, ou seja, o mais adaptado sobrevive. Quem já as possui, por herança genética ou oportunidades propiciadas pela família, terá mais chances.
A pergunta que deixo e adoraria ouvir sua opinião é: Mas, o que fazer com os milhões de trabalhadores e jovens que não desenvolveram competências nem técnicas e muito menos comportamentais para atuar neste mercado? Seja por falta de oportunidade ou de visão, não importa. O que fazer? Qual o nosso futuro mantido este contexto?
Porém, após um ano de turbulência com mercado de trabalho estagnado, este início de ano apresenta-se otimista e muitas empresas estão oferecendo vagas, não só de estágio, como de trabalho. Tudo o que ficou retido em 2009 está sendo ofertado agora. Então, por que será que os estudantes tiram férias não só da escola como também da busca pelo tão sonhado estágio?
Vejo isso também no mercado de empregos. Há inúmeras empresas, de diferentes portes e segmentos, que têm vagas em aberto ha meses e que não encontram candidatos qualificados para ocupá-las.
Vivemos então um paradoxo: por um lado, temos uma massa de trabalhadores de baixa qualificação profissional em busca de colocação; somados a uma massa de jovens entrando no mercado de trabalho em busca do primeiro emprego, muitos deles vindos do ensino médio ou profissionalizante e outra massa de jovens recém formados em busca de sua primeira oportunidade, com boa qualificação, mas com nenhuma experiência.
Minha percepção foi corroborada pelo recente estudo realizado pelo Economist Intelligence Unit (EIU), ligado a revista The Economist, a pedido da FedEx Expresse e da Dell, que desejavam saber se os trabalhadores da América Latina possuem habilidades necessárias para atuar no mercado global e competitivo de hoje . Sabe qual é a resposta? Não. E esclareceu que “os alunos que estão se formando no ensino superior e ingressando no mercado de trabalho frequentemente não possuem habilidades interpessoais.
Há uma vertente que diz que as organizações estão muito “elitistas” e que até para tirar xerox ou servir cafezinho, pede-se nível superior. Vide concursos para lixeiro, tem gente até com Mestrado!
É claro que a ênfase dos programas educacionais é errada. As Escolas pouco ou nada preparam os estudantes para o atual mercado de trabalho. Também é óbvio que o nosso nível de crescimento econômico – apesar dos bons prognósticos – não gera a quantidade de postos de trabalho necessária para alocar todo este contingente de entrante e de desempregados. Nossa política de apoio ao trabalhador desempregado também é equivocada. Às vezes vale mais à pena viver dos subsídios “bolsa disso e daquilo” que o governo oferta, do que trabalhar. Em muitos casos ganha-se mais que o salário mínimo! Onde está a ação de qualificação ou de requalificação para ajudar ao trabalhador desempregado a se preparar para este mercado de trabalho tão competitivo? Ainda temos a questão da informalização e da precarização da mão de obra... a ladaínha segue!
O que quero destacar é que, além de todos estes importantes fatores, ainda temos o despreparo de grande parte dos trabalhadores em termos de Competências comportamentais! Isso é sério! As organizações estão tendo que assumir o preparo de seus profissionais em termos de comportamentos adequados. Educar, acabou ficando por conta das empresas! Atuei por um tempo com recolocação e seleção de pessoal e a incompetência de muitos candidatos com currículos maravilhosos é gritante! Competências como: resiliência, assertividade, empreendedorismo, assumpção de erros, tomada de decisão, cooperação, trabalho em equipe, entre outras tão requisitadas para competir neste mundo globalizado e “tecnologizado” são tão pouco ou mal desenvolvidas... Tudo bem, estou falando de competências “sofisticadas”. Vamos as mais básicas: educação (comer, vestir, falar, entrar, sair), higiene (limpeza, asseio, aparência) e segurança (própria, do outro e do patrimônio); respeito ao direito do outro, lidar com a diversidade....
Onde um profissional pode adquirir tais competências? O que o mercado, em geral, acaba fazendo é o uso exagerado do “darwinismo”, ou seja, o mais adaptado sobrevive. Quem já as possui, por herança genética ou oportunidades propiciadas pela família, terá mais chances.
A pergunta que deixo e adoraria ouvir sua opinião é: Mas, o que fazer com os milhões de trabalhadores e jovens que não desenvolveram competências nem técnicas e muito menos comportamentais para atuar neste mercado? Seja por falta de oportunidade ou de visão, não importa. O que fazer? Qual o nosso futuro mantido este contexto?
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Livros grátis para download em PDF
LIVROS EM PDF
Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:
· Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;
· escutar músicas em MP3 de alta qualidade;
· Ler obras de Machado de Assis Ou a Divina Comédia;
· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA
· e muito mais....
Esse lugar existe!
O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso,basta acessar o site: www.dominiopublico. gov.br
Só de literatura portuguesa são 732 obras!
Dizem que estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno.
Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.
Divulgue para o máximo de pessoas!
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
I Encontro Brasileiro discutindo a Nova Geração de Talentos
Recebi da Eduarda Magallon
Acontecerá entre 16 e 18 de Março,no Caesar Business Paulista, em São Paulo, o
CONTALENTO - Conferência Nacional de Gestão de Talentos 2010, com o tema Gestão da Geração Y , descubra como atrair, desenvolver e reter a Nova Geração de Talentos.
Vários palestrantes nacionais e internacionais, bem como diversos cases de grandes empresas atuando no Brasil: Unilever, Grupo Pão de Açúcar, Basf, Santander, Google, J&J, entre outros; além de sessões interativas e painéis de discussão.
Mais informações : (11) 4193 2097 / (11) 4193 2569
e-mail: inscricoes@hracademy.com.br
On line: www.contalentobrasil.com.br
Nos vemos lá!
Acontecerá entre 16 e 18 de Março,no Caesar Business Paulista, em São Paulo, o
CONTALENTO - Conferência Nacional de Gestão de Talentos 2010, com o tema Gestão da Geração Y , descubra como atrair, desenvolver e reter a Nova Geração de Talentos.
Vários palestrantes nacionais e internacionais, bem como diversos cases de grandes empresas atuando no Brasil: Unilever, Grupo Pão de Açúcar, Basf, Santander, Google, J&J, entre outros; além de sessões interativas e painéis de discussão.
Mais informações : (11) 4193 2097 / (11) 4193 2569
e-mail: inscricoes@hracademy.com.br
On line: www.contalentobrasil.com.br
Nos vemos lá!
domingo, 31 de janeiro de 2010
O Poder de um Paradigma
(Este é um belíssimo e reflexivo texto de "Os 7 Hábitos das Pessoas Muito Eficazes",do Stephen Covey, da Primeira Parte)
..."Precisamos entender nossos "paradigmas", e aprender a fazer uma "mudança paradigmática".
... A palavra paradigma vem do grego. Na origem, era um termo científico, mas hoje é usada comumente para definir um modelo, teoria, percepções, pressupostos ou modelos de referência. Em um sentido mais geral, é a maneira como "vemos" o mundo - não no sentido visual, mas sim em termos de percepção, compreensão e interpretação.
Dentro de nossos objetivos, um modo simples de entender paradigma é vê-los como um mapa. Todos sabem que "um mapa não é um território". Um mapa é simplesmente a explicação de certos aspectos do território. Um paradigma é exatamente isso. Uma teoria, uma explicação, um modelo de alguma outra coisa.
Suponha que você queira ir até uma local específico, no centro de Chicago. Uma planta com as ruas da cidade seria de grande ajuda para se chegar ao destino. Mas suponha que você tenha o mapa errado.(...) e onde deveria estar escrito "Chicago" fosse na verdade um mapa de Detroit. Você pode imaginar a frustração e a ineficiência na tentativa de atingir o objetivo desejado?
Uma pessoa pode modificar seu comportamento.
Tentar com mais empenho, ser mais diligente, aumentar o ritmo. Tais esforços, entretanto, só serviriam para levá-la mais depressa ao lugar errado.
Uma pessoa pode modificar sua atitude, pensando de forma mais positiva. Mesmo assim não chegará ao lugar certo, o que pode não fazer diferença. Se a atitude for mesmo otimista, a pessoa será mais feliz onde estiver.
De qualquer modo, ainda estará perdida. O problema fundamental não tem nada a ver com o comportamento ou com a atitude. Ele se resume em utilizar o mapa errado.
Se a pessoa tem o mapa certo para Chicago, aí a diligência torna-se valiosa, e, quando surgem os obstáculos frustrantes, ao longo do caminho, então a atitude faz realmente diferença. Contudo, a exigência primordial e mais importante é a exatidão do mapa.
Cada um de nós, tem, dentro da cabeça, muitos e muitos mapas, que podem ser divididos em duas categorias principais: mapas do modo como as coisas são, ou da realidade, e mapas do modo como as coisas deveriam ser, ou dos valores. Interpretamos todas as nossas experiências a partir destes mapas mentais. Raramente questionamos sua exatidão, com frequencia nem percebemos que os utilizamos. Apenas assumimos que a maneira como vemos as coisas equivale ao modo como elas realmente são ou deveriam ser.
Assim, nossas atitudes e comportamentos derivam destes pressupostos. A maneira como vemos o mundo é a fonte de nossas forma de pensar e agir."
Nesta parte Covey nos convida a uma experiência sensorial com uma figura ambígua, ou seja, uma figura em que você pode ver uma imagem ou outra, dependendo de seus paradigmas ou de seus condicionamentos. No caso, ele usa a figura da velha/moça.
Ele narra uma experiência na faculdade onde uma parte dos alunos foi "induzida" a ver uma face da figura e outra, a outra. E que no começo um não aceitava o ponto de vista do outro de forma alguma. Mas, a partir do momento que começaram um diálogo calmo, respeitoso e objetivo, cada um conseguiu mostrar ao outro seu ponto de vista e, consequentemente, ver também o ponto de vista do outro.
..." Ela(a experiência acima explicada) mostra, antes de tudo, o quanto nossa percepção pode ser profundamente condicionada, ou nossos paradigmas. Se dez segundos podem ter tal impacto em nossa maneira de ver as coisas, o que dizer dos condicionamentos que duram uma vida inteira? As influências marcantes em nossas vidas- família, escola, religião, ambiente de trabalho, amigos, colegas e paradigmas sociais em vigor, como a Ética da Personalidade - foram responsáveis por um impacto insconsciente e silencioso em nossas mentes, ajudando a formar nossos quadros de referências, paradigmas e mapas.
Podemos concluir também que estes paradigmas são a nossa fonte de atitudes e comportamentos. Afastados deles, não podemos agir com integridade. Simplesmente não temos como manter a coerência se falamos e agimos em discordância com aquilo que vemos.(...)
Isso nos leva a um dos defeitos básicos da Ética da personalidade. Tentar modificar as atitudes e comportamentos exteriores não adianta muito a longo prazo, se deixamos de examinar os paradigmas básicos a partir dos quais estas atitudes e comportamentos são gerados.
A demonstração da percepção também revela a intensidade com que nossos paradigmas interferem no modo como interagimos com outra pessoa. Pensamos que vemos as coisas claras e objetivamente, e depois, nos damos conta que os outros as vêem de modo aparentemente tão claro e objetivo quanto o nosso. "O que vemos depende de onde estamos".
Cada um de nós tem tendência para pensar que vê as coisas como são, objetivamente. Mas não é bem assim. Vemos o mundo, não como ele é, mas como nós somos - ou seja, como fomos condicionados a vê-lo. Quando abrimos a boca para descrever o que vemos, na verdade descrevemos a nós mesmos, nossas percepções e paradigmas. Quando as outras pessoas discordam de nós, imediatamente achamos que há algo errado com elas. No entanto, como exemplificado pela demonstração, pessoas sinceras, com a cabeça no lugar, podem ver as coisas de modo diferente, cada uma delas olhando o mundo através das lentes específicas de sua própria experiência.
Isso não quer dizer que os fatos não existem". (...) Quando dois indivíduos olham juntos para uma terceira hipótese, podemos juntar o melhor doa dois.
Quanto mais nos conscientizamos de nossos paradigmas (...) e do quanto somos influenciados por nossas experiências, mais responsabilidades podemos assumir por estes paradigmas, mais podemos examiná-los, testá-los em confronto com a realidade, ouvir a opinião dos outros e nos abrirmos para os conceitos alheios, obtendo deste modo um quadro mais amplo e uma visão mais objetiva."
sábado, 30 de janeiro de 2010
Abertas inscrições para apresentação de trabalhos para o ABTD
Organizado pela ABTD (Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento) desde 1976, o CBTD - Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento é realizado todos os anos no mês de Dezembro. Atualmente é considerado o maior e melhor congresso de treinamento da América Latina, com mais de 2.000 participantes e mais de 70 atividades técnicas.
Até o dia 31/06/2010, a Comissão Científica do CBTD 2010 receberá as propostas de consultores (máximo de 2 (duas) propostas por CPF, independentemente se for CASE ou PALESTRA) para apresentação de trabalhos durante o evento.
Maiores informações, acesse o portal
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
A dívida histórica Européia
Recebi por email. Verdadeira ou não, o raciocínio é fantástico e trágico!
O que vocês acham?
Um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de ascendência indígena, sobre o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Europeia
· A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveu um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irónico, cáustico e historicamente exacto.
· Eis o discurso:
· "Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a "descobriram" há 500... O irmão europeu da alfândega pediu-me um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financeiro europeu pede ao meu país o pagamento, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu explica-me que toda a dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros, sem lhes pedir consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros.
Consta no "Arquivo da Companhia das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos de 1503 a 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.
· Teria aquilo sido um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento!
· Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.
· Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a actual civilização europeia se devem à inundação dos metais preciosos tirados das Américas..
· Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas uma indemnização por perdas e danos.
· Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.
· Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra e de outras conquistas da civilização.
· Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?
· Não. No aspecto estratégico, delapidaram-nos nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias outras formas de extermínio mútuo.
· No aspecto financeiro, foram incapazes - depois de uma moratória de 500 anos - tanto de amortizar capital e juros, como de se tornarem independentes das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.
· Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar, o que nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos para cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.
· Limitar-nos-emos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, concedendo-lhes 200 anos de bónus. Feitas as contas a partir desta base e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, concluimos, e disso informamos os nossos descobridores, que nos devem não os 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, mas aqueles valores elevados à potência de 300, número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.
· Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?
· Admitir que a Europa, em meio milénio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para estes módicos juros, seria admitir o seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.
· Tais questões metafísicas, desde já, não nos inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos a assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente na obrigação do pagamento da dívida, sob pena de privatização ou conversão da Europa, de forma tal, que seja possível um processo de entrega de terras, como primeira prestação de dívida histórica..."
· Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Européia, Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Internacional para determinar a verdadeira Dívida Externa.
O que vocês acham?
Um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de ascendência indígena, sobre o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Europeia
· A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveu um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irónico, cáustico e historicamente exacto.
· Eis o discurso:
· "Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a "descobriram" há 500... O irmão europeu da alfândega pediu-me um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financeiro europeu pede ao meu país o pagamento, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu explica-me que toda a dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros, sem lhes pedir consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros.
Consta no "Arquivo da Companhia das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos de 1503 a 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.
· Teria aquilo sido um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento!
· Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.
· Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a actual civilização europeia se devem à inundação dos metais preciosos tirados das Américas..
· Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas uma indemnização por perdas e danos.
· Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.
· Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra e de outras conquistas da civilização.
· Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?
· Não. No aspecto estratégico, delapidaram-nos nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias outras formas de extermínio mútuo.
· No aspecto financeiro, foram incapazes - depois de uma moratória de 500 anos - tanto de amortizar capital e juros, como de se tornarem independentes das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.
· Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar, o que nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos para cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.
· Limitar-nos-emos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, concedendo-lhes 200 anos de bónus. Feitas as contas a partir desta base e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, concluimos, e disso informamos os nossos descobridores, que nos devem não os 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, mas aqueles valores elevados à potência de 300, número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.
· Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?
· Admitir que a Europa, em meio milénio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para estes módicos juros, seria admitir o seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.
· Tais questões metafísicas, desde já, não nos inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos a assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente na obrigação do pagamento da dívida, sob pena de privatização ou conversão da Europa, de forma tal, que seja possível um processo de entrega de terras, como primeira prestação de dívida histórica..."
· Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Européia, Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Internacional para determinar a verdadeira Dívida Externa.
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